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DENISE EVANGELISTA ARAUJO

42 Anos – Trabalha com Compliance Tributário e Eleitoral

Natural de Brasilia/DF

Como foi a vida até o início da sua carreira? O que te inspirou a seguir essa carreira?

São 23 anos de carreira desde o primeiro estágio. Estudei no Ceub, Pos Graduei no IDP e Unb e Curso mestrado na Unb. Abri caminho sozinha, pois sou a única advogada da família em Brasília. Meu exemplo profissional e minha mãe, pioneira da cidade, residente na Cidade Livre, Professora Auxiliadora por sua persistência, competência e dedicação. Criou duas filhas e um neto sozinha.

Onde já trabalhou? O que te marcou na sua carreira? Há algo com que gostaria de trabalhar e ainda não o tenha feito?

Desde 2001 estou inscrita nos quadros da OAB e paralegal e advogada associada. Tive a oportunidade de trabalhar em grandes bancas na área técnica como a Felsberg e Gontijo Neves, no contencioso e gestão cível e fui por dois anos funcionária da OAB na função de Coordenadora Geral do TED. A carreira e o mercado me levaram do cível ao tributário, minha grande paixão. E foi nas auditorias empresariais que conheci o Compliance. Que chamo de missão. Pois tem um grande desafio de mudar a cultura em governo e setor privado nas práticas de combate à corrupção. Ter a base como tributarista e da Comissão de Ética me levou a ser quem sou hoje como profissional. Tento repassar meu conhecimento como professora de prática jurídica e Compliance. Tem sido uma experiência muito gratificante. Somos seres em construção. O meu edificio ainda está nas fundações!

Quais dificuldades você já passou na carreira e quais você diria que existiram pelo fato de ser mulher?

O assédio moral é uma realidade. E não importa a esfera de trabalho, se privada ou pública. Ser mulher e principalmente mãe solteira dificulta sim tudo num mercado muito competitivo. Fui taxada de Secretaria quando meu colega que desempenhava a mesma atribuição era “assessor”. Loira burra, por dizer o que penso. ( e por um colega) Filhinha, foi como me chamou um Desembargador certa vez. Já ganhei menos por “não conhecer meu trabalho ainda, pois quem vê um rostinho bonito não vê competência”... Assédio moral por tirar 5 dias para averiguar um nódulo no seio esquerdo. Etc... São muitas histórias!

Como você conheceu a ABRA? Qual motivo te levou a se associar?

Através do Movimento Primavera da OAB e a convite de Glaucia Lara.

O que você considera que precisa acontecer para as mulheres terem mais espaço em áreas de poder e na sociedade como um todo?

Mudança de cultura.

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